sábado, 10 de julho de 2010

Amor, maldito amor.

Desde o dia em que ouvi falar de amor, venho tentando criar teorias sobre ele, entende-lo, ignora-lo, ou fazer acontecer. Mas descobri que por mais que você o conheça, por mais que você o queira você não pode. O amor é algo muito maior que isso, é sublime, auto-suficiente e imprevisível. Ele encontra você, não ao contrário, e quando você se dá conta, já está envolvido em uma espécie de teia de aranha, onde ele te devora e te consome. Você passa a viver em função de outra pessoa.
Acho quem inventou a história sobre cupidos, tinha chego a alguma teoria próxima a essa. Venhamos e convenhamos, aquele anjinho que atira flechas por ai, bem parece com essa história não? Ele nem sempre escolhe pessoas que se corresponderam, nem sempre escolhe pessoas de mesmos lugares, mesmas raças, mesmas classes. A graça pra ele é misturar, é ignorar o fato de que nem sempre queremos isso. Que estamos machucados demais no momento, ocupados demais ou preocupados. Ele simplesmente chega, e ai me desculpe, já era.
O amor nos torna ingênuos, nos torna idiotas, vulneráveis e imprevisíveis. O amor é patético, mas quem nunca quis ser patético um dia, que atire a primeira pedra.

Amanda Vieira

4 comentários:

Marcela disse...

Realmente. Concordo com suas palavras flor. É algo tão imprevísivel que nem da pra calcular, fazer planos... rs
bjs

Thais Alves disse...

"Desde o dia em que ouvi falar de amor, venho tentando criar teorias sobre ele, entende-lo, ignora-lo, ou fazer acontecer. "

Concordo plenamente , o amor é um bicho de milhões de cabeças , ameei *-*

Grafite disse...

Todo mundo procura um explicação inexistente para o amor...
lindo post!

beiijo,
*.*

AngélicaToledo disse...

LINDO POST! *-*